terça-feira, 20 de novembro de 2007

Luzerna

Toda avareza deste meu decurso
Na forma da voz
Como num discurso

Palma das mãos
Dedos à tecla...
Olho meu, um binóculo...

Ponteio meus “is”
Com pingos de chuva
Chovo nos dias ruins...

Meus fins, são infindos
Minha alegria é um rojão
Meu reclame é toda a hora
Que posso desenhar num poema...

Tema pode ser este...
Um romantismo comum
Mais um desalento
Um repúdio qualquer...

Venha em luzerna
Do fim da caverna
Pro começo de mim...

Danilo Cândido.

Um comentário:

Nobre Epígono disse...

Lindo, simples, suave como um vinho tinto...

... Nossa! Viajei!
Hahahahhaa...

=)