Noite esta, tê-la tido, preferia eu não...perdi, será que dessa vez perdi o meu...?
rumo...agora em falta, fala...agora é falta do que dizer, resta...a angústia minha, quase a tua...
Eu.Terça, 25 de dezembro de 2007.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Queda.
Desfiando o pensamento
entre tantos e tantos...instantes...
Honorífico o meu nome...
Nome de qualquer um
Os braços debruço
e passo ao próximo...
Sou na cama, um passeio
Sou do meio do nada...
Olhos vendados,
pé no abismo...
...vou cair.
Rir enquanto caio
No poço, fosso sem fim
Rir da desgraça minha
na linha que de mim
enleia o meio torto
e todo o corpo que vai cair...
Danilo Cândido...23 de dezembro.
entre tantos e tantos...instantes...
Honorífico o meu nome...
Nome de qualquer um
Os braços debruço
e passo ao próximo...
Sou na cama, um passeio
Sou do meio do nada...
Olhos vendados,
pé no abismo...
...vou cair.
Rir enquanto caio
No poço, fosso sem fim
Rir da desgraça minha
na linha que de mim
enleia o meio torto
e todo o corpo que vai cair...
Danilo Cândido...23 de dezembro.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Só isto.
Meu discurso
Meu culto ao deus-ninguém
Aquém dos meus...
Dos teus além
Desmorono...
Queria escrever algum coisa
Bem bonita...
Mas só me veio à mente...isto,
Só isto.
Danilo Cândido.2007.
Meu culto ao deus-ninguém
Aquém dos meus...
Dos teus além
Desmorono...
Queria escrever algum coisa
Bem bonita...
Mas só me veio à mente...isto,
Só isto.
Danilo Cândido.2007.
O Cd voador

Meu ar nesta noite quase...
É um ar de “meu futuro não me pertence”
N’ouvido canção...
Cabeça e mão...pensando...
Queria ler o mundo duma vez só
E entender tudo sabe...?
Sem mais delongas...
Sem pró nem contra...
N’tão dê-me a conta
Do bar...do lar
Água-luz-telefone
Do ar...que respiro
Do espirro...
Vendo o meu discurso...
Uma bagatela...
Ponho na tela de uma tv
Como um anúncio
Do fim, um prenúncio...
Vejo apocalipticamente
Um mar a engolir
Um pouco de mim...
Tenta se matar...
Não creias demente!
De mente inteira...
Sou eira sem beira...
Sou luz, a centelha
Que irá te salvar!
Nem acredite nesta bobagem...
É melhor crer no disco...
Que disco que nada...
Agora é mais chique:
No Cd voador!
Danilo Cândido.
O lamento.
Dou-lhe...os mais improváveis poemas de amor
Ante a dor que o persegue
Que este me leve...tão leve e solto
Tão d’outro e não meu...
Dos teus olhos brilhando
Vejo os meus quase lá...
Parece tu, um espelho de mim...
Caímos numa igualdade tamanha...
É manha...de quem se diz amar
É o mar que não quer me afogar...
É burrice, mal costume...
Não passa de inverdade isto...
Renitente, insisto
E tu também...
Reticente eu minto,
Pro nosso bem...
Bem?Mas que bem?
Conversa inútil
Que soa fútil
Aos meus ouvidos...
É tudo uma forma de ilusão
Fugir do não...
Culpar o outro...
Dou-me ao tormento...
O meu lamento
Que escrevo aqui
Num ato sem nota
Num beijo entre a porta
Igual despedida. . .
Danilo Cândido.
Ante a dor que o persegue
Que este me leve...tão leve e solto
Tão d’outro e não meu...
Dos teus olhos brilhando
Vejo os meus quase lá...
Parece tu, um espelho de mim...
Caímos numa igualdade tamanha...
É manha...de quem se diz amar
É o mar que não quer me afogar...
É burrice, mal costume...
Não passa de inverdade isto...
Renitente, insisto
E tu também...
Reticente eu minto,
Pro nosso bem...
Bem?Mas que bem?
Conversa inútil
Que soa fútil
Aos meus ouvidos...
É tudo uma forma de ilusão
Fugir do não...
Culpar o outro...
Dou-me ao tormento...
O meu lamento
Que escrevo aqui
Num ato sem nota
Num beijo entre a porta
Igual despedida. . .
Danilo Cândido.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Luzerna
Toda avareza deste meu decurso
Na forma da voz
Como num discurso
Palma das mãos
Dedos à tecla...
Olho meu, um binóculo...
Ponteio meus “is”
Com pingos de chuva
Chovo nos dias ruins...
Meus fins, são infindos
Minha alegria é um rojão
Meu reclame é toda a hora
Que posso desenhar num poema...
Tema pode ser este...
Um romantismo comum
Mais um desalento
Um repúdio qualquer...
Venha em luzerna
Do fim da caverna
Pro começo de mim...
Danilo Cândido.
Na forma da voz
Como num discurso
Palma das mãos
Dedos à tecla...
Olho meu, um binóculo...
Ponteio meus “is”
Com pingos de chuva
Chovo nos dias ruins...
Meus fins, são infindos
Minha alegria é um rojão
Meu reclame é toda a hora
Que posso desenhar num poema...
Tema pode ser este...
Um romantismo comum
Mais um desalento
Um repúdio qualquer...
Venha em luzerna
Do fim da caverna
Pro começo de mim...
Danilo Cândido.
sábado, 17 de novembro de 2007
Morto.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Acaso
Da farsa tua e ilustre ela
Verso pra dar nota ao meu incauto pensar
Ar ao pulmão
Mão ao toque desta encruada música
Diga, pois, que o distante acaso
Haverá de ser meu mais belo poema.
Danilo Cândido.
Verso pra dar nota ao meu incauto pensar
Ar ao pulmão
Mão ao toque desta encruada música
Diga, pois, que o distante acaso
Haverá de ser meu mais belo poema.
Danilo Cândido.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Destino digital
Cantei sob os encantos
Quis um conto dos teus réis
Pra pagar a voz escassa
que eu clamara aos teus pés
tarde d’outra vida minha
dar-te-ei minha alforria
nesta forma em papel
Um credo e a cruz
O buraco e a luz do seu final
Um sorrir casual
Tudo, mas tudo me parece normal
Queria poder deletar um destino
E digita-lo outra vez.
Danilo Cândido.
Quis um conto dos teus réis
Pra pagar a voz escassa
que eu clamara aos teus pés
tarde d’outra vida minha
dar-te-ei minha alforria
nesta forma em papel
Um credo e a cruz
O buraco e a luz do seu final
Um sorrir casual
Tudo, mas tudo me parece normal
Queria poder deletar um destino
E digita-lo outra vez.
Danilo Cândido.
Plasmando
Mão no vespeiro
Que a vespa me dói
Rato na cova do morto
Sapo nadando no poço
Água do fundo que bebo
Tateio a face do desconhecido
E não me importa saber do fato
Mãos à deriva, corpo à espera
Enxergo a vida por uma tela...
Tela de plasma!
Quem tem uma, parece estar salvo.
Danilo Cândido.
Que a vespa me dói
Rato na cova do morto
Sapo nadando no poço
Água do fundo que bebo
Tateio a face do desconhecido
E não me importa saber do fato
Mãos à deriva, corpo à espera
Enxergo a vida por uma tela...
Tela de plasma!
Quem tem uma, parece estar salvo.
Danilo Cândido.
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