sábado, 12 de maio de 2007

Ornato!

Sede a sede...que acaba num copo De água suja
Segue a saga dos homens séqüitos... Aqueles!
Num ato, a secura se faz em olhos deslagrimados
O chão lascado de desesperança...
Se abre em fenda pro inferno...
A cabeça titubeia ante o corpo padecente
De gente...discente
Que finda na dor
E desconhece a piedade...

-Jaz aqui um corpo de gente morta!

-Se jaz...já é morto!Por aí disseram...a mais inocente das inverdades humanas.

-Dê-me as flores em grinalda...quero ornar teu leito...


© 2007 by Danilo Cândido

Um comentário:

Nobre Epígono disse...

Eita! É poesia sobre mortos, é?
Hahaha... Brincadeira!

Adorei!

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