segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Casa vazia.

Pós - triste noite:

Tudo era lembrança
No alcance dos meus olhos
Que aguavam horas a fio
Pingando gotas de uma saudade imediata

Banco ao centro
E a sala toda me dava consolo
O chinelo perto da porta,
Os pés descalçados
Assim como o espírito
Que me saltava do corpo
Numa tentativa desesperada de morte...

Mãos em frieza
Davam apoio ao rosto dolente
Nada acontecia
Um silêncio que doía
E doía ainda mais
Quando via a casa toda
Calada e vazia.

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