terça-feira, 22 de abril de 2008

A língua!

A língua!
Carcomida por que come...
...a palavra é um petisco, é um risco que se corre...
Corre e pela boca fala.
Fala e exala a forma perfumada da voz solteira
Livre de qualquer gramaticismo,
Livre dos ismos e das cismas
Viva a língua que saliva liberdade
Viva a mais pura verdade dela
A língua solta, viva ela.
Abaixo os generais-gramaticais!
As regras idiotas
E os idiotas que as escrevem.

Danilo Cândido.2008.

Um comentário:

Nobre Epígono disse...

A língua um dia foi aquela. Já passou. Isto é, a língua vive em transformação. Seja a língua falada quanto a língua beijada.

Linda e respeitosa poesia!

Abraços!

=)