domingo, 9 de março de 2008

Desnudo!


Prestes a despir teu corpo poético
Arrepio o verso num beijo
Reescrevo as linhas do vosso prazer
Posso ver nos teus olhos
Cores de um pintor famoso
A brilhar incandescentemente
Num ato ecumênico, da cor da lágrima incolor.
Sabores e atores em nós...
...entre laços e valsas infindas
Caio em êxtase profundo
Ao íntimo e confuso do amor.


Danilo
Cândido. 2008

Um comentário:

Nobre Epígono disse...

É o íntimo prazer colorido do amor. Este que nos transforma em criaturas bobas, às vezes, agressivas e cheias de fervor.

Poesia colorida com frases tão diretas, sem ladainhas. Você trabalha com as palavras como trabalham as lavadeiras nos rios.

Abraços, Dan!