domingo, 9 de março de 2008

Todo poesia.

O poeta, e a poesia maestrina a polir cada gesto e cada palavra,
Dando um ar de sombra fresca ao som duma bela voz em canção,
Virgulando, numa pausa acalmada, uma frase depois da outra,
A partir de então, tudo me envolve, me comove, me converte...
Remeto-me a um belo e distinto passado,
Daqueles que nos vem num “déja-vu”
Dedos que sonham,
são ventania,
turbulência...
São aparência e nada mais.

Fecham-se as portas
Desiluminam lares...
Morros...morrem no escuro do mundo.
Silenciam...

Deito no vazio intestino da alma,
Sobre a destreza indissolúvel da poesia.


Danilo Cândido.

Um comentário:

Nobre Epígono disse...

O que uma nota de Bethania, Caetano, Chico não faz com a nossa cabeça de poeta e escritor?

=]

De uma beleza estrelar...

Abraços!
=D