sábado, 15 de março de 2008

Pourquoi?

Pourquoi?

Ante o saber que te ponho
Eis que proponho um porquê!
Um ou tantos quantos puderes ter...
Tu!
Tu que me valha de inspiração ...senão desenrolo outro poema,
Daqueles que todo mundo escreve.
Cheios de vícios e versos de açúcar
Que derretem a cada olhar ...

Tenho portanto
Um tanto disto
Que hoje intitulo
E que amanhã renomearei...
Quando serei teu discurso de toda hora?
Quando direi de fato o porquê?
Dizer de pronto...já não sei.

Pourquoi?

Danilo Cândido.2008.

Um comentário:

Nobre Epígono disse...

Será o discurso de toda hora quando os dois estiverem em sintonia. Porque é assim que tem que ser.

Hunf!

Abraços!
=]