sábado, 15 de março de 2008

Mar morto

“Eis que me fico”, disse n’outrora um poeta perdido
Eu repito e refuncionalizo tal frase
Crio em mim uma catarse,
De versos e vozes...
Vetores e vetos...
Ponho em xeque todo o meu respeito,
Trato o desfeito, refaço...

Caio morto como o mar
Que o sal bebeu.


versão doutro mundo:


Marea finded

“his – m’euq iet”, dit vazpasse uny poety loster
Io redit en refuncionalized at pharse
Creeded emy me unya extanze
Ed vers en voisces
Vectoris en barreds
Sed ien risch total on mad response
Accorden on detfaized, refasctly

Caed finded cym on marea
Euq on salon glutter.


Danilo Cândido.

2 comentários:

Keidy Lee Jones disse...

Poesia linda demais!

Nobre Epígono disse...

Sempre escondendo e depois expondo sua escrita pra lá de interessante.

Um abração!

=]