terça-feira, 5 de maio de 2009

Saudade


Tanto me dei à espera
Que o sono é sorte
Não tenho...

Esqueceu-se no tempo
E parece ser causa deixar para lá
Tento a força
Forjar um bem-estar
Que não existe

É dor agora e só
É dó
De mim
Que faço as noites insones
Em pranto quietinho
No escuro mais escuro
Da minha saudade.

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Um comentário:

Nobre Epígono disse...

Fique quietinho. Psiu! Ei! A saudade chegou... com boas lembranças! Ela não morde. Não mata. Deixa-o feliz...

Saudade. Palavrinha tão boa. Tão "ruim?"...