terça-feira, 2 de outubro de 2007

O desuso da musa.

Vou deixar a musa de lado.

-Ode à bela e ao triste amor de sempre-

Que ri, e que dói, e corrói...
É quase sempre regra para os poetas
E daí?
Daí que vou ser menos açúcar
e serei mais fel.
Cairei junto com ela
em desuso pleno,
não mais que pleno e deplorável.
Pobre musa que só ela...

-Quem alimentará seu ego volátil?

Danilo Cândido.

2 comentários:

Nobre Epígono disse...

=)

[ não é sobre o post, mas...

quero saber quando o sinhô vai escrever seu livro com suas poesias! ]

=)

Nobre Epígono disse...

Obrigado senhor Danilo uma pinóóóóóiiiaaa!

aauhauahuahuaahauaa...

Hunf! Tenho dito!